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Os Provadores

12.05.20

Sobre o Queijo da Ilha Ralado


Leonardo Rodrigues

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Reconhecem o sentimento de recompensa quando acabam de comer algo bem pecaminoso? A maior parte nós, pelo menos atrás de um ecrã, poderá reconhecer que sim. Uma das comfort foods mais populares é, sem sombra de dúvidas, o queijo, não fosse conter substâncias que estimulam a produção da pecaminosidade no nosso cérebro. Seja no pão, na massa ou na desgraça, tudo fica melhor com queijo. 

Dito isto, já nos habituámos todos aos queijos ralados que agora se vendem nos supermercados. Podemos, lamentavelmente, admitir que nesta matérias já ralaram e misturaram tudo, Gouda, Mozzarela, Emmental, Parmesão e Flamengo. Se esta lista parece incompleta é porque realmente está.

Felizmente, as melhores soluções são também as mais simples e nós, em Portugal, temos um produto único, é o queijo da Ilha. Foi neste ex-libris vindo dos Açores, sítio onde consta que as vacas são mais felizes do que as outras, que o Pingo Doce decidiu apostar e, para sermos corretos, ralar. Existe uma outra marca que o fez, mas ainda não me convenceu.

É tão pecaminoso para mim como para quem vêm cá a casa, especialmente nos dias em que faço a minha lasanha já aclamada - por uma minoria, está certo. Há sempre um certo sabor intenso, distinto, mas indecifrável. Embora as folhas de massa fresca façam parte do sucesso, é caso para dizer que o meu segredo está no queijo. E não se paga muito mais pelo sabor, sendo o preço idêntico aos outros, 1,29€.

Este queijo, mais do que outros, provei que enrola-se, ou casa, bem com pizzas, legumes salteados e, claro, num risotto de queijos e cogumelos.

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